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Dotstore | Sistema para Loja Virtual, Plataforma para e-commerce
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Como encantar uma mulher no e-commerce?

Postado em 8 de March de 2013 por Redação, Dotstore

Como encantar uma mulher no e commerce2 Como encantar uma mulher no e commerce?


Normalmente, falamos de consumidores e seus desejos de compra de maneira geral sem especificarmos o perfil deste cliente. Mas hoje, dia 8 de março, queremos chamar a sua atenção, lojista, para o público consumidor feminino.


Sua loja virtual pode trabalhar com qualquer segmento, pois o grande segredo para encantar as consumidoras está, na verdade, na abordagem e apresentação do produto ou serviço oferecido. Acompanhe:


Para continuar a leitura, clique aqui.

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Mulheres já são maioria no e-commerce

Postado em 26 de March de 2012 por Redação, Dotstore

Mulheres são maioria nas negociações virtuais Mulheres já são maioria no e commerceEmbora se evite abordar este tema, ele é notório e evidente. Há uma série de diferenças entre homens e mulheres, e isto de fato é sabido por todos.

O comportamento e os hábitos de consumo são distintos, o modo que a mulher é atraída à compra não foge a regra e também difere do modo que o homem é seduzido a comprar no âmbito digital. Pontuamos algumas das características obtidas através de pesquisas, para que sua loja virtual desempenhe estrategicamente o marketing voltado às mulheres:

• Brasileiras da classe C tornaram-se o consumidor principal do país;
• Adeptos às compras coletivas são em sua maioria feminino;
• Em 2001 mulheres representavam 39% dos e-consumidores;
• Em 2005 42%;
• E em 2010 50%;
• Hoje, 2012, mulheres correspondem a 64% dos e-consumidores.

É importante destacar que as mulheres compram em maior quantidade que os homens, apesar do valor gasto por homens ser mais alto, por adquirirem itens de valor mais expressivo, como eletrônicos e afins. Contudo, estudos apontam que mulheres consomem mais vezes, e quando satisfeitas passam a ser “representantes da marca”, se fidelizando à mesma.

Há um específico crescimento no e-commerce quanto à moda, beleza e saúde, fruto da contribuição intensa das mulheres, logo, este é um campo a se investir. Quando se trata de mulheres, a venda tem de ir além de produtos, além de necessidades, deve-se causar entusiasmo, de certa maneira vender sensações ao invés de simples artigos. Explorar os sentidos, como olfato, tato e paladar com palavras que despertem os mesmos.

Estratégias voltadas às promoções, liquidações, frete grátis são verdadeiros chamarizes, é um método promissor, com grande chances de promover as vendas. Venda praticidade, facilite as buscas de sua loja virtual, invista no display da mesma, ofereça detalhes e fotos de diversos ângulos de seus produtos. Outra possibilidade que transmite confiança e credibilidade é um campo onde clientes possam contribuir com seus depoimentos a respeito dos produtos avaliando-os e indicando-os às outras.

O estudo realizado pela Fecomercio-RJ (Federação do Comércio do Rio de Janeiro), aponta que mulheres são, na grande maioria, atraídas por detalhes, novidades e exclusividades, tendo mais disponibilidade e disposição para analisar e pesquisar por facilidade no pagamento e descontos, portanto, leve à sua loja diferencias que as cativem de primeira.

 

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E-Commerce brasileiro rumo aos R$ 20 bilhões

Postado em 31 de March de 2011 por Redação, Dotstore

ECommerce brasileiro rumo aos 20 bilhoes E Commerce brasileiro rumo aos R$ 20 bilhõesApós o comércio eletrônico ter superado todas as expectativas previstas para 2010, atingindo um crescimento de 40%, a e-bit em parceria com a Câmara-e.net, já começa a divulgar os novos índices aguardados para o ano de 2011. Segundo as duas especialistas do mercado virtual, o faturamento deve alcançar R$ 20 bilhões, representando um aumento de 30%, se comparado ao ano anterior.


Estes números têm grande importância para o e-commerce nacional, pois em 10 anos de atuação, houve um grande salto de R$ 0,54 bilhão (2001) para R$ 20 bilhões (2011). De acordo com Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, “o varejo online deve continuar se expandindo nos próximos anos com taxas muito superiores às registradas pelo varejo convencional, que cresceu 10% em 2010”.


As diferenças entre as lojas físicas e as virtuais são evidentes, e por isso, a opção pelos empreendimentos virtuais passaram a concorrer diretamente com o varejo tradicional, conquistando a preferência de muitos consumidores. Para o primeiro semestre de 2011, espera-se um faturamento de R$ 8,8 bilhões, contra R$ 6,7 bilhões totalizados no mesmo período de 2010.


Causas do crescimento do e-commerce


Além de possibilitar fatores como comodidade, praticidade, inovação e conforto aos consumidores virtuais, o comércio eletrônico possui outras causas para que seu crescimento continue alcançando números recordes. Por exemplo:


Maior ticket médio: A facilidade para adquirir produtos via web, passou a transmitir aos e-consumidores satisfação e confiança. Logo, além de consumir grande quantidade de produtos, também passou a comprar produtos de maior valor agregado. “As vendas superaram nossas expectativas. Com a pesquisa, conseguimos detectar que a população não está apenas comprando mais, mas está comprando produtos de mais valor. Isso mostra a grande aceitação do mercado”, confirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.


Perfil consumidor: Há dois perfis de consumidores bastante influentes no crescimento do comércio eletrônico brasileiro. Um deles é o das Mulheres que, atualmente, se destaca não apenas pelo consumo (elas comportam um ticket médio de R$ 314), mas também com novos empreendimentos – o número de lojas virtuais administradas por mulheres cresce cerca de 30% ao ano. E o outro perfil de grande atuação no e-commerce é a Classe C, que a cada momento participa mais do consumo virtual. Hoje, este grupo compõe mais da metade dos e-consumidores ativos, 52%.


PNBL: O Plano Nacional de Banda Larga do Governo, que tem como objetivo levar internet de alta velocidade a baixo custo para todos os estados brasileiros, é uma grande oportunidade para o crescimento das vendas virtuais em 2011, pois através desse projeto, novos consumidores podem participar do e-commerce. Esse fator pode ser determinante para ampliar a participação das classes D e E, que também já mostram interesse pelas negociações online.


Crescimento de e-consumidores


Com a chegada do comércio eletrônico no Brasil, a estrutura do consumo foi alterada. Para conquistar clientes, as lojas virtuais tiveram que apostar em muito mais do que praticidade e conforto. Tiveram que investir em atendimento de qualidade, segurança na loja virtual, processos logísticos eficientes e satisfação do consumidor. Dessa forma, entende-se o motivo pelo qual o índice de confiança dos clientes no e-commerce aponta aprovação de 86,62% – total acima do patamar de 85%.


Atualmente, o Brasil conta com 23 milhões de e-consumidores. Contudo, apenas para o primeiro semestre deste ano, aguarda-se a chegada de cerca de 4 milhões de novos consumidores virtuais alcançando, assim, o total de 27 milhões de clientes online somente até o meio de 2011.


Como fazer parte desse crescimento?


Para fazer parte da ampliação do comércio eletrônico brasileiro e conseguir relevância no mercado online é preciso adaptar a loja virtual às novas tendências da web, onde o consumidor é mais exigente, novas mídias de divulgação surgem a todo instante e a competição entre lojas online se torna cada vez mais acirrada.


Simplesmente oferecer produtos pela internet não é mais novidade, não chama mais a atenção. O que desperta o interesse do mercado e do seu público alvo é a posição que sua empresa se destaca nos sites buscadores (implementação de SEO); é a forma como seu cliente é tratado antes, durante e depois das negociações (atendimento personalizado, incluindo o pós-venda); é a reputação que sua empresa possui nas mídias sociais; é o compromisso da entrega perfeita conforme o combinado com o cliente; além da preocupação em satisfazer o consumidor.


De acordo com Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, “com a maior consolidação do setor, aliada às novas ferramentas que auxiliam os consumidores na hora de realizar uma compra, como as redes sociais, o faturamento do e-commerce brasileiro deve continuar sua expansão (…)”. Entende-se, portanto, que o mercado virtual cresce e permite que seus adeptos acompanhem de perto esta ampliação, obtendo resultados satisfatórios através do e-commerce.

 

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Empreendendo ou consumindo, elas dominam

Postado em 17 de March de 2011 por Redação, Dotstore

Empreendendo ou consumindo elas dominam Empreendendo ou consumindo, elas dominamNo mês das mulheres, não pode-se deixar passar em branco a atuação do perfil feminino no crescimento do comércio eletrônico brasileiro. Elas sempre estiveram na história do e-commerce comprando mais do que os homens, sendo durante as datas comemorativas, o principal público-alvo a ser conquistado.


No entanto, pesquisas realizadas recentemente, apontam que as mulheres não apenas ampliam sua participação nas negociações online consumindo, mas também empreendendo, ou seja, abrindo lojas virtuais. O aumento de empresas virtuais dirigidas por mulheres sobe cerca de 30% ao ano.


Nas compras online, as mulheres normalmente buscam encontrar descontos nos produtos, nos serviços, no frete ou qualquer outro fator que gere a elas uma sensação de satisfação. Além disso, as mulheres consomem produtos dos mais diversos segmentos, seja beleza, livraria, casa, eletrônicos, etc.


Não há mais como negar, o público feminino domina a web, principalmente, o comércio eletrônico. Portanto, que tal abrir espaço, promoções e descontos para conquistar novas consumidoras ou parceiras de negócios? Pois da arte de consumir elas já entendem, agora estão provando que também são feras em empreender.

 

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E-commerce e suas amigas

Postado em 3 de January de 2011 por Redação, Dotstore

EcommerceESuasAmigas E commerce e suas amigasNão é de hoje que as mulheres influenciam no comércio eletrônico brasileiro. O aumento da usabilidade da internet, cerca de 67,5 milhões de usuários brasileiros, vem ampliando a cada ano a atuação do público feminino no universo online, notado em relação ao número de negociações realizadas e ao número de empreendimentos criados.


No início do e-commerce, por exemplo, os produtos que mais se destacavam eram os de telefonia, os eletrônicos e os de áudio e vídeo. Com o crescimento das internautas, produtos relacionados à vaidade feminina, como saúde e beleza, passaram a caracterizar a preferência online, sendo visíveis os recordes de crescimento ao ano.


Recentemente, pesquisas realizadas apontaram que as mulheres dominam a lista de consumidores online, possuindo um aumento muito abrangente. Das donas de casa, por exemplo, 40% compram através do comércio eletrônico, enquanto das que trabalham fora, esse número chega a 59%.


Dentre as mulheres entrevistadas, com idades entre 18 e 34 anos, o principal motivo das negociações realizadas pela web é a economia de tempo contabilizando 53% dos votos. Outro fator interessante está na facilidade em comparar preços em várias lojas, alcançando 21% das votações.


Para os lojistas, essas informações se caracterizam em oportunidade de realizar mais negociações online, pois ao buscar agradar ao público feminino, diversas modalidades de empreendimento virtual podem alcançar picos de vendas elevados, ou seja, vale à pena investir nas amigas do e-commerce.


Boas vendas!

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