Novas ferramentas (Março 2010 Semana 2)
- Postado em 9 de Março de 2010 por Felipe Martins, Dotstore
Prezados clientes, parceiros e amigos,
O sistema da Dotstore cresce a cada semana.
Veja as novas ferramentas abaixo:
1) Novo sistema de Atendimento online (Chat): Buscando a satisfação de nossos clientes e melhoria de nosso sistema, para o sucesso de ambas as partes disponibilizamos uma nova ferramenta de Atendimento online para as Lojas Virtuais.
E não para por aí! O Atendimento online ficará com uma nova “cara”, onde sua aparência poderá ainda, ser personalizada através de um arquivo .CSS, de acordo com as necessidades do lojista.
Veja mais.
2) Novo relatório de lista de produtos com informações básicas: Relatório utilizado para controle interno, onde o lojista tem acesso às informações básicas dos produtos cadastrados na loja, como referência, nome do produto, departamento, seção, descrição curta, especificação, descrição longa, valor, valor de custo e estoque.
Veja mais.
3) Novo utilitário de atualização de tags de busca com arquivo CSV: Esta ferramenta permite que palavras-chave sejam inclusas em diversos produtos ao mesmo tempo (produtos em massa), para auxilio em buscas efetuadas na loja, onde o arquivo é exportado via extensão .CSV aceitando as inclusões de palavras-chave via Microsoft Excel.
Veja mais.
4) Melhoria na velocidade de sua Loja Virtual com Server Cache: Para uma agilidade na abertura da loja, disponibilizamos uma ferramenta que memoriza os caches de seu navegador em até 5 horas, dependendo de suas configurações.
Veja mais.
5) Espiar: Com intuito de auxiliar na visualização de informações detalhadas de um produto, sem a necessidade de aguardar o carregamento de uma nova página, criamos esta ferramenta para que o cliente possa analisar as informações do produto na própria página inicial ou mesma tela de lista de produtos. Deste modo seu cliente não precisará avançar ou voltar páginas da loja.
Veja mais.
6) Novo filtro de disponibilidade na lista de produtos: Criamos um filtro no painel de controle para agilizar o processo de busca de produtos que não estão disponíveis na loja.
Veja mais.
7) Nova forma de pagamento DinheiroMail: A DinheiroMail é um provedor de soluções completas de cobrança. Ela permite a qualquer pessoa/empresa, realizar pagamentos, cobranças ou receber pagamentos, de forma rápida, segura e confiável, e está disponível a qualquer pessoa que possua uma conta de e-mail em nosso país. A DinheiroMail oferece uma ampla variedade de soluções de cobrança, onde cada uma delas se adapta às necessidades do seu negócio.
Veja mais.
8) Nova ferramenta de captura automática do status de remessa dos Correios: Esta ferramenta efetua a captura do status de remessa dos Correios automaticamente, e informa os clientes da Loja por e-mail.
Veja mais.
————————————————–
Faça um Test-drive por 10 dias gratuitamente e conheça nosso sistema na íntegra: Acesse aqui.
Aguardem novidades.
Obrigado.
Felipe Martins
Diretor de projetos
————————————————–
E-mail: felipemartins@dotstore.com.br
Fone/Fax: (11) 4728-4848
Blog: http://blog.dotstore.com.br
Siga no Twitter: @dotstore
Site: http://www.dotstore.com.br
Dotstore – Sua loja na Internet
————————————————–
Tag(s):
Novas ferramentasIntenção de compra online cresce 0,9% no primeiro trimestre de 2010
- Postado em 22 de Fevereiro de 2010 por Felipe Martins, Dotstore
Planos de compra de Informática e Eletroeletrônicos cresceu 14,7% nas intenções dos internautas brasileiros em relação ao 4º trimestre de 2009.
A intenção de compra do consumidor brasileiro na internet cresceu 0,9% no primeiro trimestre de 2010, em relação aos três últimos meses de 2009, informa a “Pesquisa Trimestral de Intenção de Compras no Varejo – janeiro a março de 2010”, divulgada nesta terça-feira (9/2) pelo PROVAR – Programa de Administração de Varejo, da Fundação Instituto de Administração (FIA) e a Felisoni Consultores Associados.
Realizada entre os dias 5 e 12 de janeiro, a pesquisa com 7.594 internautas brasileiros – renda familiar de 3800 reais – mostra que a categoria de produtos de Informática e Eletroeletrônicos cresceu 14,7% nas intenções de compra no primeiro trimestre de 2010. À frente desta categoria estão os dois segmentos que apresentam tradicionalmente o maior volume de vendas do comércio eletrônico: CDs e DVDs (56,4%) e Livros e Revistas (50,2%).
“Este aumento se deve pela constante manutenção das promoções, a distribuição de renda e a inclusão do poder de compra dos cidadãos de pouco poder aquisitivo”, afirma o professor do PROVAR, Claudio Felisoni. Segundo ele, o crescimento evidenciado no primeiro trimestre de 2010 é inédito.
O resultado enfatiza, de acordo com Felisoni, a volta do padrão econômico anterior a crise financeira mundial. De janeiro de 2007 (auge da crise) até o momento atual, o percentual de intenção de compra trimestral oscilou em uma desaceleração média de 5% a 7%.
Entre as categorias que apresentaram queda na intenção de compra estão Brinquedos (-59,1%), Produtos para Casa (-22,8%) e Cosméticos (19,1%). O primeiro é um derivado do comercio sazonal, assim como o terceiro, que vê o melhor momento, atingido no último trimestre devido à preparação para as férias, se dissipar.
Já na comparação com o primeiro trimestre de 2009, a perspectiva de compra para as categorias de CDs, DVDs, Livros e Revistas sofre uma queda de 19,3% e o segmento de Informática um decréscimo de 1,9%. No mesmo período, o segmento de linha branca apresentou um salto de 31,9% na intenção de consumo do brasileiro via internet.
Para os professores do PROVAR, o segundo semestre de compras no mercado brasileiro deverá ser melhor que o de 2009, já que no ano passado ainda haviam resquícios da crise econômica. A correlação entre estes dois períodos é compactuada de forma positiva, já que o momento atual dá vazão a queda do risco Brasil pelos investidores internacionais, o fluxo “responsável”de recursos e a conjuntura benéfica da economia nunca antes vista.
No que toca o perfil do consumidor, ainda foram citados a queda da inadimplência em relação ao ano passado (2%) e o ato de parcelar as contas do produto adquirido, uma consequência da queda nas taxas de juros. A pesquisa apontou que 86,8% dos entrevistados declararam que têm intenção de comprar pelo menos um item dos segmentos consultados.
Fonte: IDG Now!
Seis mercados em crescimento para pequenas empresas
- Postado em 22 de Fevereiro de 2010 por Felipe Martins, Dotstore
Sabe quais são os setores mais promissores nos próximos anos? A empresa de análise de mercado IBISWorld, dos Estados Unidos, apontou os seis mercados que devem ter um crescimento bastante acelerado na próxima década naquele país. Esses segmentos, divulgados pelo site americano The Street, podem ser boas oportunidades para as pequenas empresas. Inclusive as do Brasil. Confira!
1. Provedores de VoIP (voz sobre IP)
Crescimento previsto: 149,6%
Essa indústria cresceu 179% de 2002 para 2009, segundo a IBISWorld, e o futuro continua promissor para essa forma barata de comunicação – em comparação com o telefone tradicional.
2. Planos de previdência e aposentadoria
Crescimento previsto: 133,7%
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostra que apenas 13% dos americanos acreditam que terão dinheiro suficiente para viver confortavelmente durante a aposentadoria. Ao mesmo tempo, 72% disseram que vão continuar pagando o mesmo valor em planos de previdência e 18% pretendem aumentar esse montante. Em resumo: há uma população que está envelhecendo e que planeja o período da aposentadoria.
3. Biotecnologia
Crescimento previsto: 127,6%
O envelhecimento da população faz com que as pessoas precisem cada vez mais dos avanços da medicina. Apesar de ser um setor dominado por grandes corporações, a IBISWorld acredita que as pequenas empresas terão seu espaço na terceirização de alguns processos.
4. Comércio eletrônico e leilões online
Crescimento previsto: 124,7%
O setor quintuplicou de tamanho na última década e ainda está crescendo. A IBISWorld acredita que esse mercado ainda vai se expandir mais porque as pessoas estão cada vez mais confortáveis com os pagamentos online.
5. Consultoria ambiental
Crescimento previsto: 120,3%
Parece uma aposta segura acreditar que ninguém pensa em ser menos “verde” na próxima década. Também é bem provável que aumente o número de regulamentações ambientais e muitas empresas não têm nem ideia de como deixar suas produções mais limpas. É aí que entram os consultores ambientais.
6. Videogames
Crescimento previsto: 112,9%
As vendas do setor nos Estados Unidos mais que dobraram desde o ano 2000, chegando a US$ 19,6 bilhões. O levantamento da IBISWorld mostra que esse crescimento deve continuar. Um aviso: o mercado de aluguéis de games deve cair 32,8%.
Fonte: Papo de Empreendedor – Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Loja virtual das Casas Bahia responde por 1,5% da receita em 2009
- Postado em 19 de Fevereiro de 2010 por Felipe Martins, Dotstore
A loja virtual das Casas Bahia completou um ano com 1,5% do faturamento total da rede, de R$ 13 bilhões em 2009.
O site, de acordo com pesquisa realizada pela Hitwise e divulgada pela Serasa Experian em dezembro de 2009, ocupa o quarto lugar em visitação entre as e-lojas de varejo. Foram mais de 4,7 milhões visitantes por mês, o que resultou em aproximadamente 52 milhões de acessos ao ano.
Em nota, Raphael Klein, diretor de marketing da rede, considerou o resultado excepcional, sobretudo pela ausência de grandes investimentos em mídia online.
“Focamos nossas ações em campanhas institucionais bem pontuais, em datas comemorativas como Dia das Mães, dos Namorados, de aniversário da rede, dos Pais, Natal, entre outras. Todas essas ações tiveram um retorno bastante expressivo”, destacou Klein.
Além disso, as Casas Bahia também procuraram otimizar as campanhas de mídia online por meio de parcerias com portais da internet, que permitiram à rede o menor custo na relação entre aquisição e investimento em comunicação.
O sucesso da medida pode ser medido pelos números, com 250% de aumento de venda com a mesma verba online ao longo de três meses.
Fonte: Valor Online
Compra de roupa pela internet cresce e marcas investem
- Postado em 11 de Fevereiro de 2010 por Felipe Martins, Dotstore
Marisa, Renner, C&A, Cantão, Redley, Osklen e Checklist apostam em suas lojas virtuais
O hábito de comprar roupas pela internet ainda é pouco comum no Brasil, mas a evolução do e-commerce e o aumento de marcas especializadas em vestuário e acessórios que apostam neste canal está mudando este cenário. Enquanto empresas como Marisa mostram-se experientes no varejo de moda pela internet, outras se aventuram e começam a lançar suas lojas virtuais ou apostam numa reformulação de seu e-commerce. É o caso de marcas como Marisa, Renner, C&A, Cantão, Redley, Osklen e Checklist.
O segmento de moda e acessórios registrou um crescimento de 108% na variação de pedidos na comparação de outubro de 2009 com o mesmo período do ano anterior. Já o faturamento do varejo de moda no e-commerce obteve alta de 115%, aponta a e-bit. Os números indicam que este mercado ainda tem muito a evoluir no Brasil, especialmente se comparado ao modelo americano.
Nos Estados Unidos, o costume de comprar por catálogos levou o consumidor a aderir mais rapidamente a compra de roupas pela internet. Por aqui, o contexto é diferente. Um dos principais desafios para as marcas é convencer o cliente a abrir mão da experiência de compra no ponto-de-venda, tendo contato direto com os produtos e vendedores, em prol do conforto e da praticidade oferecidos pela internet.
Tamanhos precisam de padronização
Outro obstáculo para a indústria de moda brasileira refere-se à questão da falta de um padrão nos tamanhos. “A grande maioria das empresas não tem padronização. Mas a indústria está se movimentando para mudar isso, visando o mercado internacional. E, uma vez que obtém-se produtos padronizados, o comércio eletrônico vem de carona”, explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Pensando nisso, a Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT) está definindo novas normas de medidas. A ação em parceria com a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest) começou com a padronização de meias. Desde de julho de 2009 foi colocado em consulta pública o projeto de norma infantil e, nos próximos meses, serão analisados tanto o vestuário masculino quanto o feminino.
No entanto, isto não deve ser encarado como uma barreira para as marcas que desejam vender seus produtos virtualmente. “O Brasil deve uniformizar os tamanhos. Mas a partir do momento que o consumidor tem preferência por uma determinada marca que tem loja física, ele passa a conhecer a sua modelagem e tem mais facilidade para comprar os produtos também pela internet”, acredita Alessandra Marins, consultora e sócia do Instituto Rio Moda, em entrevista ao site.
Mais importante do que a uniformização das medidas é a experiência que se oferece no e-commerce. Atualmente, a tecnologia contribui para aprimorar a compra na internet. Lá fora já é possível, inclusive, ver as peças em uma espécie da avatar que retrata o consumidor, facilitando a escolha. No Brasil, o e-commerce de moda caminha a passos mais lentos, mas tem recebido investimentos maiores nos últimos meses.
Marisa: 10 anos de e-commerce
Ainda sem loja virtual, a Renner planeja entrar no e-commerce nos próximos meses. A estratégia da marca é fundamentada em muita pesquisa e relacionamento com o consumidor. Já a C&A realiza a pré-venda das peças C&A Collection, coleções em parcerias com estilistas brasileiros, como Amir Slama, Reinaldo Lourenço e Isabela Capetto. As marcas têm um concorrente de peso: a Marisa, que completa 10 anos de e-commerce e é uma das pioneiras nesta área. Para acompanhar a evolução do mercado eletrônico, a empresa lançará ainda neste semestre a sua nova loja virtual.
Mensalmente, o canal recebe 1,2 milhão de visitantes e é responsável por 0,7% do faturamento da marca, que conta hoje com 226 lojas físicas e um lucro líquido de R$ 1,4 bilhão em 2009. Entre os atrativos da loja virtual estão as vantagens oferecidas ao cliente Cartão Marisa. “Sabemos que muitos clientes virtuais são clientes Marisa porque boa parte compra com o cartão da loja, que oferece benefícios como promoções, frete grátis, brindes e descontos”, diz Thiago Barros Pereira, Gerente de e-commerce da marca, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Outro diferencial é a integração entre o e-commerce e as lojas físicas. O cliente que compra pela internet pode trocar a mercadoria em qualquer uma das unidades presentes em todos os estados brasileiros. Além disso, toda vez que uma loja é inaugurada no país, o site oferece descontos para os consumidores. Nos pontos-de-venda da marca, os clientes também encontram materiais de divulgação, assim como algumas roupas têm etiquetas que comunicam a loja virtual.
Cantão e Redley oferecem conveniência
Desde o final de 2009 na internet, o Cantão e a Redley também preocupam-se com a política de troca. As empresas não só permitem que o cliente troque as peças nas unidades físicas, como – a partir de uma parceria firmada com os Correios – coletam os produtos na casa do consumidor e efetuam a troca gratuitamente.
Para oferecer uma experiência de compra agradável e conquistar a confiança dos clientes virtuais, as marcas ainda contam com um guia de medidas para todas as peças e dicas sobre outros produtos para compor o look, além da descrição técnica das peças.
Uma vantagem do e-commerce para as empresas é o tíquete médio elevado em relação ao varejo tradicional. Tanto a Marisa quanto o Cantão e a Redley observam uma alta no valor das compras efetuadas em seu canal eletrônico. “No e-commerce, o internauta tem mais tempo para ver as vitrines virtuais e os detalhes das roupas. A loja virtual também oferece mais variedade do que a física, por uma questão de estoque”, aponta Yan Gracindo, Diretor de Novos Negócios do Cantão e da Redley, durante entrevista ao site.
Jovens são a maioria
Outra justificativa para o aumento do tíquete médio é o fato de que os consumidores costumam comprar várias peças de uma vez só para pagarem apenas um frete ou, até mesmo, ficarem isentos do valor, como acontece na Marisa. “Nas compras acima de R$ 150,00 a entrega é gratuita para o sul e o sudeste. O frete hoje barra as vendas, por isso o cliente prefere juntar todos os itens numa compra só”, conta o Gerente de e-commerce da empresa.
Pereira explica ainda que a loja virtual da Marisa, apesar de ser focada na classe C, assim como as lojas tradicionais, também recebe consumidores com mais poder aquisitivo, interessados nas ofertas. De forma geral, a procura por itens em oferta ou com preços mais baixos é um consenso na internet.
O perfil destes consumidores é, em sua maioria, composto por mulheres jovens, especialmente adolescentes, em busca do chamado fast fashion. Ou seja, a moda rápida, que segue tendências, mas não demanda um grande investimento. “Os consumidores já têm vontade de comprar moda pela internet, especialmente a geração mais nova, que acessa sites internacionais e monitora o que as marcas estão lançando. Procuram produtos mais baratos, se não der certo, vendem para a amiga”, compara a consultora Alessandra Marins.
A procura dos jovens pela moda na internet leva empresas especializadas neste público a investirem no mercado. Ainda este semestre, a carioca Checklist colocará sua loja virtual no ar, depois de muitos pedidos das consumidoras. Já a Osklen reformula o seu e-commerce nos próximos dois meses. Para os que ainda planejam entrar no mercado virtual, Alessandra dá a dica. “É importante que o site tenha personalidade, transmita o lifestyle, a mesma história e o posicionamento da marca para que o consumidor conheça, identifique-se e deseje”.
Fonte: Mundo do Marketing
Cresce desejo de comprar online, diz estudo
- Postado em 11 de Fevereiro de 2010 por Felipe Martins, Dotstore
Intenção de compras no varejo online aumenta no primeiro trimestre de 2010
SÃO PAULO – A pesquisa trimestral de Intenção de Compra no Varejo apontou aumento na intenção de compras pela internet.
No levantameto do trimestre atual, 86,8% dos entrevistados declararam intenção de comprar pelo menos um item dos segmentos consultados. Quando comparado com o quarto trimestre de 2009, o índice evidencia um aumento de 0,9%.
A pesquisa é realizada pelo Programa de Administração de Varejo da Fia-USP em conjunto com a Felisoni Consultores Associados com o objetivo de indicar a intenção de compra e de gasto dos consumidores para o trimestre subseqüente.
São investigadas as expectativas com relação à compra de dez categorias de produtos: linha branca, eletroeletrônicos, telefonia e celulares, informática, eletroportáteis, automóveis, informática, cine e foto, material de construção, e cama, mesa e banho.
Fonte: INFO Online
Índice de confiança do consumidor chega a 86% em dezembro
- Postado em 4 de Fevereiro de 2010 por Felipe Martins, Dotstore
O índice de confiança do consumidor brasileiro no comércio eletrônico bateu recorde em dezembro. Segundo levantamento da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit, feito em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS) e a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net), 86% dos brasileiros se declararam satisfeitos com suas compras feitas pela internet no mês, o que representa um aumento de 28% no índice em relação ao mesmo período do ano anterior.
No acumulado do ano, o índice de confiança do consumidor brasileiro nas compras on-line foi de 86,3%, sendo que o mês de menor confiança foi fevereiro (85,59%) e o que mais teve respostas positivas à pesquisa foi agosto (87,29%). Durante o ano, foram computadas 1,4 milhão de respostas, das quais mais de 150 mil foram entregues somente em dezembro.
Para o coordenador do MIS, Djalma Andrade, o levantamento mostra a consolidação de um mercado, que apresentou índices de satisfação maior que os registrados em países onde essa forma de vendas é muito mais comum, como nos Estados Unidos.
O diretor da Câmara-e.net, Gerson Rolim, acredita que “levando em conta toda a complexidade das compras pela internet, principalmente num país de dimensões continentais como o Brasil, seria difícil chegar a índices de satisfação acima de 80%. Ter conseguido ultrapassar os 85% foi um marco na eficiência do segmento”.
Fonte: TI Inside Online
Google não vai mais rodar em IE6
- Postado em 4 de Fevereiro de 2010 por Felipe Martins, Dotstore
SÂO PAULO – Na noite de ontem, o Google anunciou em seu blog que não irá mais rodar no Internet Explorer 6.
A empresa iniciará o processo em 1o de março, começando com Google Docs e Google Sites.
“A web evoluiu nos últimos dez anos”, começa o texto. “De simples páginas de texto a aplicativos interativos que incluem vídeos e voz. Infelizmente, browsers muito velhos não podem rodar muitas dessas novas funcionalidades adequadamente”.
O Google aconselha seus usuários a atualizaresm suas versões de navegadores a uma das opções mais recentes: Microsoft Internet Explorer 7.0, Mozilla Firefox 3.0, Google Chrome 4.0 e Safari 3.0.
A empresa afirma também que estará descontinuando o uso de browsers que não tenham suporte de seus fabricantes.
O comunicado vem pouco depois que uma falha no IE6 levou a ataques contra o Google e outras empresas americanas. Segundo dados da StatCounter, apesar do número de usuários do browser ter diminuído desde o lançamento do IE8, 13,5% dos usuários de internet ainda utilizam IE6.
Fonte: INFO Online
Novas ferramentas
- Postado em 20 de Janeiro de 2010 por Felipe Martins, Dotstore
Confira no link abaixo, as novas ferramentas lançadas e as que estarão disponíveis em breve
http://lojavirtual.dotstore.com.br/Newsletters/NovasFerramentas
Venda de livro pela internet avança no Brasil, aponta pesquisa
- Postado em 6 de Janeiro de 2010 por Felipe Martins, Dotstore
Menos livrarias brasileiras trabalham com o livro didático. O e-commerce está cada vez mais presente e começa a avançar na participação do faturamento. Persiste a tendência de centralização das livrarias em grandes centros.
Essas são algumas tendências detectadas pelo novo diagnóstico do setor livreiro no Brasil, elaborado pela ANL (Associação Nacional de Livrarias). Desde 2006, a associação não realizava um levantamento do gênero. O estudo deve ficar pronto nos próximos meses, e ser divulgado juntamente com a nova edição do “Anuário Nacional de Livrarias”.
Segundo a ANL, um objetivo do estudo é “ser um instrumento utilizado, tanto pelos empresários em suas tomadas de decisões, como pelos dirigentes das entidades que representam este grupo de empresários em suas negociações de políticas para o setor junto ao governo”.
Para o presidente da ANL, Vitor Tavares (Livraria Loyola), estas tendências já eram esperadas –não tão positivas, como o fechamento de um grande número de pontos de vendas no Brasil, principalmente devido a “concorrência predatória”.
Em outubro do ano passado, Tavares enviou carta ao Ministério da Cultura com sugestões de ações práticas em benefício para os livreiros, como a aprovação de linha de crédito em bancos oficiais para a abertura de pequenas e médias livrarias, desoneração fiscal, criação de cursos para profissionais do setor, entre outras propostas.
A ANL também defende a adoção da lei do preço único para a venda de livros no Brasil, que vigora em diversos países como França, Espanha, Portugual, México e Argentina. Mas a ideia de que os livros sejam vendidos por um preço fixo divide opiniões dentro do setor. O SNEL (Sindicato Nacional de Editores de Livros) e outras entidades são contrários à proposta.
Fonte: Folha Online
